“Nem posso tomar um goró, o médico proibiu. Me mandou tomar água. Mesmo com o mundo caindo lá fora, com São Paulo se afogando e morros se desfazendo de tanta água.
Mas isso vai passar. Em fevereiro, não haverá doutor que me segure. Vou mergulhar…”
Jamelão, queixando-se com copo na mão, numa quarta-feira de chuva forte.
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