O “falso moralismo” de Lula
É sintomático o gesto do presidente Luiz Inácio da Silva de atacar duramente a legislação eleitoral e, três dias depois, reunir seus ministros para orientá-los sobre como agir nas campanhas municipais frente às restrições legais impostas ao poder público em períodos pré-eleitorais.
A rigor, tal reunião seria absolutamente desnecessária, bem como seriam dispensáveis lições para ensinar o que os ministros podem ou não fazer sem incorrer no risco de punições. Pelo simples fato de que nenhum deles ignora o significado das expressões uso da máquina e abuso de poder.
Dora Kramer, jornalista
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