Jean-Baptiste Camille Corot, foi um pintor realista francês. Corot fez seus estudos na cidade de Rouen, onde foi hospedado pela família Sennegon, uns vendedores de tecidos, amigos do seu pai. Denis Sennegon casou-se com a irmã de Camille Corot, Annette-Octavie. Corot, de vários membros da família Sennegon, fez retratos. Destes, onze são conhecidos e dois estão expostos no Museu do Louvre.
Nesses retratos, Corot (que nessa época raramente pintava figuras ou paisagens), teve oportunidade de se sentir à vontade com os modelos. Tais obras estão entre as mais notáveis de suas figuras. Durante viagem à Itália pintou “O Coliseu” (1825), mostrando a sua formação essencialmente clássica e algumas inovações a nível da luz.
De volta à França, abandonou o academicismo em favor de um estilo paisagístico realista. Após várias exposições sem muito sucesso no Salão de Paris, começou a receber a atenção da crítica (1840), devido a quadros como “O Bosque de Fontainebleau” e “O Pastorzinho”, e ganhou a cruz da Legião de Honra (1846).
Tornou-se grande amigo de vários pintores, entre eles Théodore Rousseau e Charles-François Daubigny. Com uma carreira artística recheada com as melhores coisas que a vida nos pode dar, morreu em Paris, em 1875.
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