País ocupa 72º lugar entre 131 países em lista elaborada pelo Fórum Econômico Mundial e liderada por EUA e Suíça.
Carga tributária do país é a pior entre os pesquisados; juro, burocracia, gastos do governo e educação também têm avaliação muito ruim.
O Brasil caiu mais uma vez no Relatório Global de Competitividade 2007-2008 do Fórum Econômico Mundial, divulgado ontem. Neste ano, a queda foi de seis posições, do 66º lugar ao 72º, dentre 131 países. Pela metodologia usada no ano passado, quando a análise abrangia seis países a menos, o Brasil teria declinado duas posições e estaria na 68ª posição.O peso da carga tributária, o grande “spread” da taxa de juros, a burocracia e os gastos públicos ineficientes são os indicadores em que o país vai pior. A lista é liderada pelos Estados Unidos, seguidos por Suíça e Dinamarca. O Brasil continua atrás de países como o Azerbaijão (66º) pelas mesmas deficiências que prejudicam a competitividade do país apontadas há vários anos.O Brasil tem a mais elevada carga tributária dentre todos os 131 países avaliados.
No indicador “média de “spread” de taxa de juros”- diferença entre as taxas médias com que os bancos remuneram recursos captados e as que cobram ao emprestar aos clientes-, só perde para o Zimbábue, que tem inacreditáveis 293,1%, de acordo com dados do FMI.No indicador “gastos governamentais ineficientes”, o Brasil ficou em 127º lugar, no item “burocracia”, em 128º. Com relação aos políticos, há apenas cinco países em que a confiança pública em seus representantes é menor que no Brasil. A qualidade da educação primária está em 120º- há somente 11 países mais deficientes nesse quesito-, e o sistema legal complexo e ineficiente garantiu o 105º posto neste indicador.Apesar de avanços no campo econômico, como queda da inflação, e da melhor avaliação do país feita por agências de risco, as áreas macroeconômica e do ambiente institucional são consideradas as mais críticas.A dívida pública brasileira ficou em 99º lugar, e a inflação, em 61º. O país continua a demonstrar bom desempenho em indicadores considerados “mais avançados”, como sofisticação empresarial (39º) e inovação (44º).
O relatório elaborado pelo fórum, uma instituição privada com sede na Suíça, avalia 12 pilares principais, como macroeconomia, ambiente institucional, sofisticação do mercado financeiro e dos negócios. Em cada um desses pilares, há vários subitens. A classificação dos países é feita a partir de dados estatísticos e pesquisa com 11 mil executivos nos 131 países.A economia brasileira aparece atrás do Chile (26º), que continua a ser o líder na América Latina, da China (34º), da Índia (48º), do México (52º) e da Rússia (58º).
Fonte: Folha Online
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