MINHA REDE
Minha rede preguiçosa,
Amorosa,
Em teu seio me embalança;
Quero ter nos ceus risonhos
Doces sonhos
De ventura e de esperança.
Neste languido desleixo
Correr deixo
Minha vida descuidosa,
Contemplando alli defronte
No horizonte
Uma nuvem côr de rosa.
Pelo vão dessa janella,
Pura e bella,
Eu a vejo deslisar;
Pelo campo ethereo voga
Qual piroga
Cortando o ceruleo mar.
Linda nuvem, quem me dera
Pela esphera
Em teus hombros ir boiando,
E pairando sobre os montes,
Horizontes
Infinitos devassando!
Bernardo Guimarães
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