Numa ação coordenada semelhante à que ocorreu no auge da crise de 2008, após a quebra do banco Lehman Brothers, ontem, em menos de uma hora, três grandes bancos centrais no mundo anunciaram medidas de estímulo à economia, com corte de taxas de juros e injeção de recursos no sistema financeiro. O Banco da Inglaterra foi o primeiro a admitir que pode imprimir dinheiro e comprar 50 bilhões de libras em papéis nos mercados para evitar que o Reino Unido mergulhe numa recessão maior. Um pouco depois, o Banco Popular da China reduziu a taxa básica de empréstimo, de 6,31% para 6%. E o Banco Central Europeu (BCE) baixou os juros de 1% para 0,75%. Enquanto isso, para evitar uma entrada forte de euros na sua economia — em busca de juros melhores — o Banco Central da Dinamarca baixou as taxas de 0,05% para -0,2%, ficando, portanto, negativas. O objetivo é evitar uma valorização excessiva da coroa dinamarquesa, já que o país não faz parte da zona do euro. Uma moeda muito forte artificialmente provoca uma desaceleração das exportações do país e reduz competitividade. (O Globo)
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A minha profunda admiração pela figura de Bertolt Brecht, dramaturgo, filósofo e poeta alemão, o maior…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A Tragédia é um acontecimento muito grave e ruinoso, ligado a forças da natureza ou provocado…
MIRANDA SÁ (E-mail; mirandasa@uol.com.br) O analfabetismo reinante na suprema corte de Justiça argumenta sobre o exercício do jornalismo para se…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A expressão "conto do vigário" é uma das mais tradicionais da língua portuguesa e significa um…