As despesas federais praticamente dobraram no primeiro semestre em relação a 2011, mas os investimentos foram responsáveis por apenas 5% deste crescimento. As despesas correntes respondem pelo restante. Em termos nominais, o aumento é de R$ 40,6 bilhões, um pouco menos do que o total de recursos reservados para o PAC. O levantamento foi feito pelo economista Mansueto Almeida, para quem o crescimento das despesas é puxado pelas aposentadorias e pensões, em razão do reajuste de 14,1% do salário mínimo. O aumento das despesas de custeio ocorre por “causas bem intencionadas” e não por roubo, diz. O gasto com passagens aéreas diminuiu. Outro fator de aumento destas despesas são as subvenções econômicas e recursos do Minha Casa, Minha Vida. O governo, no entanto, desde o início do ano, considera investimento as despesas do programa habitacional. (Estadão)
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