Das 51 obras de mobilidade urbana acertadas com a Fifa, 23 não saíram do papel até agora. Para compensar os atrasos, integrantes do governo federal cogitam fazer uma manobra retirando várias dessas obras da Matriz de Responsabilidades da Copa — que estabelece os compromissos de União, estados e municípios. O anúncio será feito em outubro, no próximo balanço do evento. Entre as obras com mais chance de serem retiradas da matriz estão sete que nem sequer têm projeto. Entre elas, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Brasília, o monotrilho de Manaus, além de obras viárias em Curitiba e Porto Alegre. Os empreendimentos que saírem da matriz serão mantidos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) ou no PAC da Mobilidade das Grandes Cidades, para assegurar a liberação de recursos e benefícios fiscais, mas sem tanta pressão no cumprimento de prazos. (O Globo)
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