Não deve ser somente minha a indignação pelo abjeto servilismo com a FIFA do PT-governo e dos 300 picaretas que lhe servem de capacho. Um sabujo lulo-petista, o deputado Vicente Cândido (PT-/SP), foi o relator da proposta atirando ao lixo mais um dos princípios originais do seu partido.
Cândido, para não insinuar que se vendeu, cumpriu “candidamente” às determinações da FIFA, rasgando os estatutos dos idosos e da juventude e fazendo pior: permitindo a venda de bebidas alcoólicas nos estádios, como a Inglaterra do século 18 facilitou o uso do ópio na China…
É claro que a bancada petista não comprometeu sozinha. Os membros da comissão colaboraram com o desabono e, me parece, mais uma vez as ditas oposições parlamentares se curvaram também ao neocolonialismo.
Neocolonialismo? Não, este ocorreu historicamente no século 19 sob o calor das forjas da Revolução Industrial, razão econômica da expansão européia na Ásia e na África, após exaurir o ouro e a prata da América Latina.
Lembro-me da aula que tive do professor Wilson Pinto, pacifista, sobre a corrida armamentista dos estados europeus depois que a França conquistou a Argélia, seguida pela Bélgica, que transformou o Estado Livre do Congo em propriedade pessoal do rei Leopoldo II…
Ainda hoje ecoam as repercussões da conquista africana, submetendo o Continente Negro; será que não politicamente correto chamar a África assim? Quando Alemanha, Espanha, França, Inglaterra, Itália e Portugal dividiram o espólio de papel passado, legal, assinado por todos na Conferência de Berlim, presidida por Bismarck.
Daí em diante viu-se e capitulou-se na História que as rivalidades e o poderio dos exércitos e as contradições econômicas, tornaram-se o motivo fundamental do desequilíbrio europeu precedente a I Guerra Mundial.
A FIFA não precisou de armas, violência, nem poder político para submeter o Brasil dos Pelegos à sua mão de ferro. Os gringos deitam e rolam entre os “consultores lulo-petistas”, a mídia e, consequentemente, reduz um governo sem moral à obediência.
Os poderes ilimitados que a FIFA exige dos governantes e dos parlamentares cobrem todo o território nacional durante todo o ano da Copa/14, e estão sendo concedidos no texto base da Lei.
É claro que da presidente Dilma, seu ministério e dos 300 picaretas do Congresso Nacional, os ‘buanas colonizadores’ receberão com salamaleques, isenção de impostos para os produtos das empresas da gangue que controla o futebol mundial.
Não me custa repetir que para atender as impertinência da cartolagem internacional rasgam-se os estatutos dos idosos e da juventude conquistas que levar décadas para ser atendidas. E também vergonhoso, é a humilhação de suspender os vistos de entrada de estrangeiros e obrigar o Pais a pagar qualquer prejuízo que a FIFA porventura tenha…
Por fim, dona Dilma convocará um carnaval fora de época, com pontos facultativos para os funcionários públicos, feriado nas escolas e um porre amplo, geral e irrestrito com a revogação da Lei Seca.
Relembrando, para não ser injusto com a Presidente, foi o “ex” Lula da Silva quem primeiro se agachou diante de Blatter e Ricardo Teixeira (quando ainda eram amigos) aceitando “a priori” todas as exigências levantadas, inclusive as que feriam a legislação vigente e até mesmo artigos da Constituição.
A subordinação é tanta que provoca arrotos de abuso. Agora a FIFA quer a proibição de greves das categorias terceirizadas na Copa, funcionários públicos, trabalhadores dos transportes coletivos, dos estádios, restaurantes e hotelaria.
Dói muito se ver que os brasileiros pagamos impostos para sustentar um governo recolonizado por um bando aventureiro no Século 21…
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