Chanceleres de mais de 40 países, reunidos ontem, em Londres, discutiram formas de armar os rebeldes líbios para que eles possam derrubar o regime de Muamar Kadafi – agora, um dos objetivos declarados da coalizão. A discussão, ainda travada nos bastidores, foi admitida por representantes dos EUA e da França, dois países líderes da operação militar iniciada no dia 19. Segundo americanos e franceses, os insurgentes provavelmente não conseguirão derrubar o ditador líbio por conta própria. Para Washington, o fornecimento de armas não extrapola a resolução da ONU que autorizou a operação militar. O enviado especial à Líbia, Lourival Sant’Anna, relata que as tropas leais a Kadafi conseguiram retomar duas cidades em poder dos rebeldes.
Coalizão acena com o exílio
40 países e organizações internacionais foram categóricos na exigência de que Muamar Kadafi renuncie, se quiser por fim ao bombardeio da Líbia. Mas a conferência deixou aberta a porta para que o ditador siga rumo ao exílio, possibilidade mencionada pelos chanceleres de Reino Unido e Itália.
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