“Em tempo de apagão e acidentes aéreos, a dramática solução é apertar os cintos, porque o piloto sumiu, já que o presidente Luiz 2 permanece omisso desde o início da crise da aviação civil, como se nada tivesse a ver com isso. O caso do novo acidente da TAM demonstra com exatidão a que ponto chegamos. O pior é que as famílias das vítimas não podem contar com apoio de ninguém, nem mesmo do Judiciário. Basta lembrar que até hoje ninguém recebeu indenização pela queda do Fokker-100 da TAM, em outubro de 1996, quando morreram 99 pessoas em São Paulo. Esse vôo tinha seguro de US$ 400 milhões, mas ninguém recebeu nada, porque a TAM e a Unibanco Seguros seguem apresentando recursos protelatórios na Justiça para atrasar o pagamento das indenizações”.
Sergio Nogueira Lopes, jornalista
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