Nos corredores do Congresso
“Circula a versão de que, uma vez vitorioso no plenário, Renan tomaria a iniciativa de renunciar à presidência do Senado. Preservaria o mandato e mergulharia numa razoável zona de sombra, quem sabe mais dedicado à política de Alagoas. Quanto ao Senado, mesmo se sua presidência fosse dada a Jesus Cristo, ficaria difícil voltar ao que era. Tanto faz se um hipotético novo presidente chamar-se José Sarney, Gerson Camata, Jarbas Vasconcelos ou outros. Porque, para a opinião pública, ficará impossível entender como Renan, condenado no Conselho de Ética, terá sido absolvido no plenário”.
Carlos Chagas, jornalista
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