Alessandro Magnasco (Gênova, 1667 – 1749), também chamado Il Lissandrino (em português, “O Alexandrino”), foi um pintor do Rococó italiano, considerado o mais importante pintor genovês do século XVIII.
Artista intermitente, viveu em Florença entre 1703 e 1709, a convite do grão-duque Ferdinando da Toscana. É por volta deste período que irá abandonar sua retratística, dedicando-se à produção de telas com paisagens fantásticas e interiores repletos de personagens misteriosos. Sua atenção volta-se então para o campo, executando cenários rudes, repletos de ruínas e mendigos.
Produziu intensamente ao longo de toda sua vida, ainda que suas obras sejam de difícil datação. Os críticos ainda hoje vacilam diante de suas telas, que misturam o macabro com o burlesco, numa simples descrição de um poderoso e arrebatador melodrama.
Já na velhice, Magnasco voltaria à Gênova, sua terra natal, completando lá sua obra visionária e transfigurada. Sua arte, mais tarde, viria a influenciar Marco Ricci e Francesco Guardi, servindo de inspiração para as futuras experiências pictóricas de caráter mais moderno, como as de Goya e Daumier.
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A minha profunda admiração pela figura de Bertolt Brecht, dramaturgo, filósofo e poeta alemão, o maior…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A Tragédia é um acontecimento muito grave e ruinoso, ligado a forças da natureza ou provocado…
MIRANDA SÁ (E-mail; mirandasa@uol.com.br) O analfabetismo reinante na suprema corte de Justiça argumenta sobre o exercício do jornalismo para se…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A expressão "conto do vigário" é uma das mais tradicionais da língua portuguesa e significa um…