CÉLULAS-TRONCO
Cientista alerta para futuro da pesquisa
O neurocientista Stevens Rehen, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, afirmou que a decisão do Supremo Tribunal, na última quinta, permite que o Brasil aposte nas pesquisas com células-tronco embrionárias ao lado de outros países, e não a reboque deles. “É aposta, mas aposta fundamentada. E pode ser que todo mundo dê com os burros n’água daqui a alguns anos”, disse Rehen, um dos dois pesquisadores no país que tentam cultivar células tiradas de embriões.
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