Operação Furacão
“Habeas-corpus é armação”
Ao votar contra a concessão de um habeas-corpus para anular a Operação Furacão – na qual o ministro Paulo Medina, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), três desembargadores, um juiz trabalhista e um procurador regional da República foram acusados de negociarem sentenças -, a desembargadora federal Maria Helena Cisne, do TRF da 2ª Região (Rio e Espírito Santo), acusou os 18 advogados que assinaram o pedido – entre eles o ex-procurador-geral da República Aristides Junqueira – de deslealdade. “Que me perdoem os impetrantes, este habeas-corpus é uma armação”, escreveu a desembargadora.
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