Ministro do STF vota ‘parcialmente’ a favor da ação que questiona uso de células embrionárias
O ministro Carlos Alberto Menezes Direito votou parcialmente a favor da Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) que questiona o uso de células-tronco embrionárias em pesquisas. Direito abriu a sessão de julgamento nesta quarta-feira (28), no Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. A sessão foi interrompida para o almoço e será retomada às 14h.Na conclusão de seu voto, cuja leitura durou cerca de 3 horas, ele declarou-se favorável às pesquisas, mas desde que elas não impliquem na destruição de embriões viáveis. Ele também cobrou maior controle legal das clínicas de fertilização in vitro.
O ministro defendeu a “proibição de seleção de sexo ou características genéticas” no processo de fertilização ‘in vitro’ e a criminalização de pesquisas que sejam realizadas com células-tronco embrionárias em desacordo com a decisão. “As instituições de pesquisa deverão submeter seus projetos previamente à autorização pelo governo federal”, propôs.
Fonte: Folha Online
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