13 de Maio: negros, índios, mulheres… Os “oprimidos” da Ford Foundation
Treze de Maio, o dia em que se comemorava tradicionalmente a Abolição da Escravatura. Isso ao menos no tempo em que o Brasil não havia decidido escandalizar o óbvio, dividindo os brasileiros em “raças” — enquanto a parte civilizada do planeta constata que brancos, pretos, amarelos, vermelhos, mestiços, somos todos de uma única raça: a humana.
As chamadas “políticas inclusivas” ou de “discriminação positiva”, como preferem chamar alguns, investem é no ódio racial. “Ah, então era tudo uma maravilha, e não existia preconceito?” Existia e existe, o que não se cura com o instrumento prático da injustiça para fazer uma suposta justiça histórica. Este foi o sentido da carta entregue ao Supremo — “Cento e treze cidadãos anti-racistas contra as leis raciais” — no dia 30 de abril (íntegra aqui).
Afirmamos, os signatários do documento, que as desigualdades na educação se corrigem com mais investimentos e com uma escola melhor para todos.
Clique aqui para ler a íntegra do comentário de Reinaldo Azevedo.
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