Aos pouquinhos, Lula prova que ridículo não existe
Neste domingo (4), a Stock Car realiza uma de suas provas no autódromo de Brasília. Vão à pista 34 pilotos. Envergam as cores de 17 equipes.
Ao lado de sua mulher, Marisa, Lula recebeu os automobilistas em palácio. Envergava um paletó adornado com bordado indígena -presente do companheiro Evo Morales. Instado um dos visitantes, levou à cabeça o boné de uma equipe.
Como que enciumado, um outro piloto reivindicou o mesmo privilégio. Depois dele, outro… E mais outro… E outro mais… Súbito, o presidente da República pôs-se a experimentar, um após o outro, os bonés de todas as 17 equipes.
Entre risos, Lula recordou a polêmica que ateará nos meios políticos ao deixar-se fotografar, no primeiro reinado, com um boné do sempre controverso MST. “Será que agora [os jornalistas] vão ter argumento para me criticar?”
Ainda outro dia, o presidente brincava com uma bola de basquete ao lado do cestinha Oscar Schmidt, no Itamaraty. Agora, mais essa. Pendurado em índices lunares de popularidade, Lula vai demonstrando ao país, aos pouquinhos, que o ridículo não passa de ficção. Quem ousa desafiá-lo conquista a glória.
Fonte: Josias de Souza
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