ENERGIA
Crise anunciada, preço aumentado
A conta da escassez de chuvas, que ameaça levar o país a uma crise de falta de energia elétrica, será paga pelo consumidor, com aumento das contas de luz. O nível dos reservatórios das hidrelétricas está baixo e, para suprir a demanda, o governo acionou termelétricas a gás, que produzem energia a um custo de 20% a 30% mais alto. Segundo representantes do setor elétrico, o preço mais alto chegará primeiro às indústrias. Mas, no médio prazo – de seis meses a um ano – as residências também devem ser afetadas. A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) começa a cobrar na segunda-feira o preço cheio de R$ 800 o megawatt/hora (MW/h) para consumidores industriais em horário de pico – das 18 às 21 horas.
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