OPINIÃO
Se as bolsas desaparecessem, o mundo nem sentiria. Hoje, o que assusta os países é a paralisação dos computadores. Se eles pararem, pára tudo. Nem um simples vendedor de pipoca funciona. Bancos, aviões, padarias, supermercados, seguradoras (essas também não fazem falta), todo o dia-a-dia de compradores e vendedores, ficariam fora do ar. E não há saída. Até automóveis, que têm computadores de bordo, não passariam dos 20 quilômetros.
Hélio Fernandes, jornalista
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