BRASIL, 1968
Nunca houve ano como aquele
Três sextas-feiras trágicas anunciaram que 1968 entraria para a História como um ano difícil para o Brasil. Na primeira, em março, foi morto o estudante Edson Luiz de Lima e Souto. Em junho, a forte repressão às manifestações estudantis marcou a “Sexta-Feira Sangrenta”. Por fim, na sexta-feira 13 de dezembro, seria decretado o AI-5. Em edição especial, o caderno Fim de Semana relembra acontecimentos que mudaram não só a vida política do País, mas também o comportamento de quem viveu aquele período, como lembra em texto exclusivo a atriz Maria Lúcia Dahl.
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A minha profunda admiração pela figura de Bertolt Brecht, dramaturgo, filósofo e poeta alemão, o maior…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A Tragédia é um acontecimento muito grave e ruinoso, ligado a forças da natureza ou provocado…
MIRANDA SÁ (E-mail; mirandasa@uol.com.br) O analfabetismo reinante na suprema corte de Justiça argumenta sobre o exercício do jornalismo para se…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A expressão "conto do vigário" é uma das mais tradicionais da língua portuguesa e significa um…