A forte aceleração dos gastos correntes do governo federal se deve ao “custo Dilma”. A expressão é usada por Geraldo Biasoto Jr., economista próximo do PSDB, em referência à ministra Dilma Rousseff, provável candidata do PT à Presidência. “O governo tem de carregar uma candidata fraca. Tudo que está acontecendo hoje não aconteceu no resto do governo Lula”, avalia. Por isso, diz, será inevitável promover em 2011, primeiro ano do próximo governo, um ajuste na atual política fiscal expansionista. E a tarefa terá um ônus maior, dada a inércia provocada pela contratação de despesas correntes tão elevadas.
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