O governo do Haiti anunciou ontem que o número de corpos enterrados em fossas coletivas, 12 dias após o terremoto que devastou a capital, Porto Príncipe, já alcança 150 mil. Hoje, chanceleres de vários países e representantes da ONU e da OEA realizam uma reunião de emergência em Montreal no Canadá, para começarem a reconstrução do Haiti. Na principal favela de Porto Príncipe, Cité Soleil, militares brasileiros e americanos fizeram uma operação conjunta de distribuição de alimentos e água aos desabrigados. Os dois comandantes negaram divergências.
Terremoto transforma a história em ruínas
Destruído pelo terremoto, o Haiti chora pelos mortos e também pela perda de seu patrimônio cultural. Símbolos de uma história de lutas foram ao chão. O Palácio Nacional, orgulho dos haitianos, guardava peças de arte que, hoje, ninguém sabe onde estão. Sismos também abalam a história.
Brasil quer mudar missão no Haiti
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, defendeu ontem em Jerusalém uma mudança de status da missão da ONU no Haiti, chefiada pelo Brasil. Para Jobim, em vez de fazer apenas a manutenção da segurança, a missão deveria assumir a reconstrução do país. A mesma ideia, embora não apresentada oficialmente pelo governo brasileiro, foi defendida pelo chanceler Celso Amorim em Porto Príncipe.
Generais expõem divergência em ação conjunta
Operação conjunta para distribuição de comida na favela Cité Soleil deixou claro o racha entre tropas brasileiras e americanas, relata Leandro Colon. Os EUA não têm prazo para deixar o país.
Novo chefe de missão da ONU no Haiti pede mais planejamento
Edmond Mulet disse que aprova o papel dos EUA em assistência humanitária; número de mortos no terremoto já supera os 150 mil, diz o governo.
Jovem foi salvo por refrigerante
Wismond Exantus, o haitiano de 24 anos que passou 11 dias sob os escombros de um hotel, manteve-se vivo porque ficou preso em um vão onde havia Coca-Cola e “algumas coisinhas” para comer.
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