1 – Em sua primeira entrevista à imprensa como diretor-geral da Polícia Federal, o delegado Luiz Fernando Corrêa, 49, disse ontem que é contrário à idéia de a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) ser autorizada a fazer escutas telefônicas. A proposta é defendida pelo delegado Paulo Lacerda, antecessor de Corrêa na PF, e que agora vai comandar a Abin.
2 – O resumo do caso Renan Calheiros não permite a construção sincera da convicção de inocência. Para absolver seu presidente, o Senado terá de ignorar o mundo em volta, fazendo-se de cego, surdo e mudo. É uma tarefa árdua e sem recompensa aparente. Mesmo assim, o capítulo final do drama poderá revelar a vitória do vilão.
3 – Também ontem, o Conselho de Ética da Câmara iniciou o processo de cassação do irmão de Renan, o deputado Olavo Calheiros (PMDB-AL). Ele começou, no entanto, sob suspeição, pois o relator Sandes Júnior (PP-GO) recebeu na campanha eleitoral R$ 50 mil da Schincariol – cuja relação com Olavo está sendo investigada.
4 – O PT do Rio e o governador Sérgio Cabral (PMDB) reagiram mal à aproximação entre o DEM de Cesar Maia e o PMDB de Garotinho com vistas às eleições de 2008. Cabral disse que estão fazendo alianças que lhe causam problemas.
5 – A diretoria do Banco Central decidiu, por unanimidade, reduzir em apenas 0,25 ponto a taxa básica de juros, agora em 11,25% ao ano. A decisão foi tomada com um olho na inflação. Ontem, foi divulgado mais um índice, o IGP-DI da Fundação Getúlio Vargas, que pulou de 0,37% para 1,39% em agosto, puxado por preços de alimentos no atacado e no varejo.
6 – Derrotado no Conselho de Ética e na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros intensificou ontem campanha para salvar seu mandato no plenário, cobrando solidariedade da coalizão governista.
7 – O presidente da Infraero, Sérgio Gaudenzi, admitiu à CPI do Apagão Aéreo, na Câmara, a possibilidade de superfaturamento de 10% em obras nos aeroportos. “Há indícios de gastos fora do parâmetro”, reconheceu.
8 – Ao defender a prorrogação da CPMF, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse na Câmara que extinção do imposto levaria ao descontrole das contas públicas e cortes em programas sociais. E advertiu que a divisão com estados e municípios pode elevar a alíquota
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