O relatório da CPI das Tarifas de Energia pede ao Ministério Público que apure se o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, Nelson Hubner, cometeu crime contra a administração pública e investigue se ex-diretores e ex-superintendentes da Aneel praticaram tráfico de influência. Acordo mudou o texto, que mencionava indiciamento.
Segundo o relatório, a Aneel não informou à comissão o volume total das perdas dos consumidores com o erro na forma de calcular o reajuste das tarifas. O prejuízo é estimado em cerca de R$1 bilhão por ano. Para a CPI, a Aneel “remunera ilegalmente concessionárias em detrimento do interesse público”. Procurado, Hubner não quis falar.
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