O governo americano afirmou que o acordo costurado pelo Brasil e pela Turquia com o Irã é “inaceitável” e que a carta enviada pelo presidente Barack Obama ao presidente Lula não consistia de “instruções para negociação”. Contradizendo a versão do Itamaraty, Washington afirmou que o chanceler Celso Amorim “sabia perfeitamente” que o acordo de troca de combustível com o Irã, fechado no dia 17 de maio, não levaria os EUA a desistir das sanções contra Teerã. Na versão de Amorim, os americanos nunca disseram que rejeitariam qualquer acordo que não contivesse a garantia de que o Irã pararia de enriquecer urânio. Mas o governo americano disse que Amorim e Lula foram informados “inúmeras vezes” dessa condição. “É importante adotarmos uma resolução na ONU. O acordo não resolve as questões centrais”, disse uma autoridade dos EUA.
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