A emenda que prevê uma nova forma de distribuição dos royalties do pré-sal, aprovada na madrugada de ontem na Câmara dos Deputados, pôs em pé de guerra governadores e prefeitos. Beneficiados pela medida, os Estados não produtores comemoraram o resultado da votação. Os governadores eleitos dos principais Estados produtores – Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo;- reagiram. Sérgio Cabral, do Rio, classificou a medida como uma “barbaridade”. Reunidos em Belo Horizonte para um encontro da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), lideres dos municípios se dividiram quanto às novas regras. A distribuição mais igualitária dos royalties, que englobaria até a produção em andamento, fora do pré-sal, devera ser vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O governo Lula vetará a nova distribuição de royalties do petróleo e o artigo que determina a União compensar Estados e municípios produtores, sobretudo o Rio, por eventuais perdas. Lula já tomou a decisão do veto. Prefere fazê-lo ainda em seu governo, mas analisa também a hipótese de deixá-lo à presidente eleita, Dilma Rousseff.
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