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PELOS JORNAIS_6.set.07

Mandato de Renan está nas mãos do governo

– O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não conseguiu livrar-se do processo de cassação. Em votação aberta, foi derrotado por 11 a 4 no Conselho de Ética e, para escapar no plenário da perda do mandato e dos direitos políticos por oito anos, agora precisa, mais do que nunca, da solidariedade dos partidos que integram a coalizão governista, que detêm maioria apertada na Casa. A votação, por voto fechado, será na terça ou na quarta-feira. Em entrevista a Boris Casoy, o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) revelou que o resultado da votação no plenário é imprevisível. (Jornal do Brasil)

Conselho recomenda cassar Renan

– O Conselho de Ética do Senado aprovou por 11 votos a 4, em votação aberta, a cassação do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB AL). O senador, que deve ser julgado no plenário na próxima quarta, é acusado de ter despesas pessoais pagas por lobista de empreiteira e de usar laranjas para adquirir empresas de comunicação. (Folha de São Paulo)

Conselho pede cassação e Renan avalia renúncia

– O Conselho de Ética do Senado aprovou ontem, por 11 votos a 4, parecer que pede a cassação do mandato do presidente da Casa, Renan Calheiros. Na semana que vem, o texto será levado a votação no plenário, onde a tendência até o momento é favorável ao senador, acusado de quebra de decoro. Mesmo os adversários de Renan avaliam que ele deva se beneficiar de uma circunstância: no plenário, o caso será definido em votação secreta, ao contrário do que ocorreu no Conselho, cujos integrantes tiveram de declarar sua posição. Os cálculos de todos partidos indicam que Renan conta hoje com o voto favorável de 46 dos 81 senadores. Para facilitar o arquivamento do pedido de cassação, Renan está inclinado a renunciar à presidência do Senado antes da votação no plenário. Com o gesto, ele pretende garantir a preservação de seu mandato e reduzir a pressão produzida pelo acúmulo de denúncias contra si. No Planalto, o preferido para substituir Renan é o senador José Sarney, que ontem esteve com o presidente do Senado. (O Estado de São Paulo)

Derrotado, Renan tenta sessão secreta para evitar a cassação

– Após ser derrotado por 11 votos a 4 no Conselho de Ética, que aprovou ontem relatório pedindo a cassação de seu mandato, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), adotou uma estratégia ousada, propondo sessão totalmente secreta (inclusive os debates) no plenário, a avaliação é de que Renan teria o apoio de 46 dos 81 senadores, livrando-se da cassação. Os três senadores do PT que integram o Conselho de Ética votaram pela perda do mandato, tendência que pode se repetir no plenário, segundo o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), Renan e sua tropa de choque já estão em campo para cobrar fidelidade do partido do presidente Lula. “O PT tem que responder com lealdade”, disse o senador Gilvam Borges (PMDB-AP). A tática do medo, lembrando que se Renan permanecer na presidência muitos dependerão dele, e as ameaças ao governo estão entre as armas de Renan para a batalha final, depois de enfrentar mais de três meses de denúncias de corrupção. (O Globo)

Inflação ameaça ritmo de queda dos juros

– A decisão do Copom de desacelerar o corte da taxa básica de juros, Selic, reduzida ontem em 0,25 ponto percentual para 11,25% ao ano, já era esperada por economistas e analistas de mercado. Mas o consenso em torno da decisão, que leva o juro real a 7,24%, surpreendeu. A tendência agora é que, com a demanda aquecida, a inflação em alta e a piora no cenário externo, o Banco Central interrompa a queda do juro na próxima reunião, em outubro. (Gazeta Mercantil)

Cassação de Renan só depende do plenário

– Por 11 votos a 4, o Conselho de Ética aprovou ontem o relatório que atesta a quebra de decoro e aponta oito razões pelas quais o presidente do Congresso, Renan Calheiros, deve ser cassado. Foi a maior derrota imposta a Renan desde o início do processo que ameaça sepultar sua carreira política. Diante de placar tão elástico, aliados do senador nem esboçaram reação na Comissão de Constituição e Justiça, onde pretendiam alegar suposta inconstitucionalidade nos procedimentos do conselho. Na CCJ, perderam por 20 x 1. Mas, pelo menos num ponto, tudo saiu conforme o planejado por Calheiros: a rapidez para decidir logo o caso no plenário, o que deve ocorrer na quarta-feira. Como a votação é secreta, Renan espera escapar da cassação. Inclusive com o voto da maioria da bancada do PT e de opositores que, longe dos olhos da sociedade, não se importariam com mais esse desgaste imposto ao Senado. (Correio Braziliense)
Vale abre mão de mina da CSN para manter Ferteco

– Se perder a batalha que trava contra decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e tiver de cumpri-la, a Companhia Vale do Rio Doce optará pelo fim de seu direito de preferência na compra do excedente de minério de ferro da Casa de Pedra, mina da Companhia Siderúrgica Nacional. A Vale informou esta opção em ofício enviado ao Cade na noite de terça-feira e sinalizou que pretende, assim, manter a propriedade da Ferteco, mineradora que adquiriu em 2001. (Valor Econômico)

Renan sofre derrota e enfrenta o plenário

– O Conselho de Ética do Senado aprovou ontem, por 11 votos a 4, o relatório que pede a cassação do mandato do presidente da Casa, Renan Calheiros por quebra de decoro parlamentar, no processo em que é acusado de usar recursos de uma empreiteira para pagar pensão à jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha. Foi uma dura derrota para Renan, que antes da votação havia afirmado estar convicto da absolvição. O largo placar, sua repercussão na opinião pública e o fato de a bancada do PT no conselho ter votado a favor da cassação deixaram a oposição mais confiante de que a perda de mandato poderá ser confirmada no plenário, onde o voto será secreto e a vitória de Renan era antes dada como certa. (Estado de Minas)

Renan perto da cassação

– Após três meses de denúncias e manobras, o Conselho de Ética aprovou, por 11 votos a 4, a cassação do presidente do Senado, decisão mantida pela CCJ. Julgamento final será do plenário, quarta-feira. (Jornal do Commercio-PE)

Miranda Sá

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