Senado contra o povo
– Foram 40 votos contra a cassação, 35 a favor e seis abstenções. Depois de 110 dias de um processo que paralisou o Senado, o presidente da Casa, Renan Calheiros, foi absolvido pelos colegas, em sessão secreta, da acusação de quebra de decoro parlamentar por ter tido contas pessoais pagas por um lobista de empreiteira. À saída, considerou o resultado “uma vitória da democracia”. A decisão gerou uma enxurrada de críticas. A oposição sustentará a pressão, já que há outras representações no Conselho de Ética. (Jornal do Brasil)
Senadores absolvem Renan
– Em sessão secreta no Senado, Renan Calheiros, foi absolvido do primeiro processo de cassação por quebra de decoro parlamentar a que foi submetido. Foram 40 votos favoráveis a Renan, 35 contra e 6 abstenções; eram necessários 41 votos para cassar o senador. O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) fez um discurso de 36 minutos em sua defesa, em que abusou da emoção e da condição de vítima, mas também encontrou tempo para ameaçar, mandar recados e ir para cima de adversários. (Folha de São Paulo)
Renan escapa da cassação com ameaças e a ajuda do Planalto
– A abstenção de seis senadores e o trabalho explícito das lideranças governistas levaram ontem o Senado a absolver o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), da acusação de quebra de decoro. Em sessão secreta, 40 senadores votaram pela absolvição e 35 pela cassação, livrando Renan de perder o mandato. Ele se valeu também de ameaças, ao insinuar em seu discurso que poderia tornar públicos fatos relacionados a alguns políticos – foram ataques diretos à ex-senadora Heloísa Helena, presidente do PSOL, e aos senadores Jefferson Peres (PDT-AM) e Pedro Simon (PMDB-RS). A primeira parte da sessão foi desfavorável a Renan, e a cassação era dada como certa. Na segunda, o corpo-a-corpo dos petistas Ideli Salvatti (SC) e Aloizio Mercadante (SP) ajudou a convencer colegas a votar pela absolvição. Apesar do resultado da votação, Renan continua alvo de outros dois processos. (O Estado de São Paulo)
Renan se livra da cassação com voto de 40 senadores
– O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi absolvido pelo plenário, em sessão que não terá registro nos anais do Congresso. Um acordo patrocinado pelo Planalto salvou o mandato de Renan. Votaram contra a cassação 40 senadores; a favor, 35; e houve seis abstenções, justamente o número de votos que faltou para cassá-lo. As abstenções foram atribuídas em grande parte a petistas, como Aloizio Mercadante (PT-SP). O acordo prevê uma licença de Renan e a retomada da pauta de interesse do Executivo, incluindo a prorrogação da CPMF. (O Globo)
Investimentos devem sustentar PIB forte
– Que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceria 0,8% no segundo trimestre de 2007 sobre o primeiro, ou 5,4% sobre o mesmo período de 2006, o mercado esperava. Mas o salto de 3,2% nos investimentos, em relação ao período imediatamente anterior, foi o destaque comemorado com a divulgação, ontem, do desempenho do PIB no segundo trimestre, o melhor desde 2004. A decepção foi com a agropecuária, que cresceu 1,4% no semestre, pior resultado entre os segmentos pesquisados. (Gazeta Mercantil)
Vergonha nacional
– A vitória de Renan Calheiros foi uma derrota para o Senado. Ao decidir salvá-lo da cassação, desprezando o relatório do Conselho de Ética que apontava oito razões pelas quais ele deveria perder o mandato, a instituição virou as costas à sociedade. O número de votos que o livrou da degola política é emblemático: 40. Votaram pela cassação 35 senadores. Seis se abstiveram. Apesar da absolvição no plenário, Renan vai continuar sob suspeita. E corre o risco de ser levado a novos julgamentos por causa de outros dois processos. Parlamentares que se empenharam para que Calheiros não ficasse impune prometem acelerar as investigações. Anunciam também a disposição de lutar pela aprovação de emenda constitucional que estabelece o voto aberto em casos de cassação. É uma tentativa de retirar o Senado das trevas em que mergulhou ontem e lançar luz sobre o comportamento de colegas que preferem agir nas sombras, traindo o compromisso com a ética e com a verdade. (Correio Braziliense)
Itaú faz proposta de R$ 2 bi para comprar 50% do BMG
– O Itaú, segundo maior banco privado brasileiro, fez uma proposta à família Guimarães, controladora do BMG, para adquirir 50% da instituição. A oferta é de R$ 2 bilhões e está previsto o pagamento de mais R$ 1 bilhão caso o banco mineiro atinja metas de lucro, volume de empréstimos e receita em um prazo de cinco anos. O BMG está envolvido no escândalo do mensalão e foi recentemente acusado, em novas denúncias, de ter pago propina para obter vantagens no INSS (Valor Econômico)
Renan escapa: O Senado se curva
– Senadores mantiveram o mandato de Renan Calheiros por 40 votos a 35, no primeiro processo contra ele. Houve seis abstenções decisivas. Após um dia cheio de brigas, ameaças e intimidações, o presidente do Senado deixou o prédio sob algumas vaias. Em nota, avaliou o resultado como “vitória da democracia”. Oposição culpa PT e prevê tempos difíceis para o Legislativo. (Jornal do Commercio)
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