Quanto tempo você esperou na última consulta médica? Já contou os minutos que você passou na fila do banco nos últimos dias? Experimentou tentar conversar com um deputado, prefeito, vereador, numa hora que você precise deles? E que tal a fila para contar a sua aposentadoria? Já enfrentou? A bilheteria do cinema, do campo de futebol, do teatro e dos shows artísticos quando há uma grande atração! E a fila do supermercado quando resolve empacar?
Não há quem agüente a espera de um avião em época de temporada. A fila do ferry-boat, o engarrafamento na hora de pique, isso para não falar do vendedor de pamonha ou sonho gritando pelas ruas da sua cidade. Já imaginou a fila do almoço, quando você tem tempo apenas para um rápido sanduíche e nada mais? E no telefone, quando você esbarra numa daquelas centrais telefônicas, onde existem infinitas opções: disque 1 para isso, disque 2 para aquilo, disque 3, disque 4, disque… disque… E no final ainda oferece: para repetir… disque… E as malfadadas reuniões que não acabam mais e você esperando… Esperando! “No momento não podemos atender, todos os ramais estão ocupados!”
E quando o dinheiro está faltando? O cheque estourado, o saldo negativo, as coisas todas dando errado e você enfrentando uma doença repentina e que nem poderia acontecer.
Já esperou resultado de vestibular, nota de prova, solução para um problema que promete ser simples. E quando você chega na hora de pagar e o cidadão diz: dirija-se ao caixa ao lado, estou fechando! E quando o funcionário público, vendo você esperar, puxa o papo com um colega de serviço e se estende nos argumentos, fuma um cigarro, ou toma mais um cafezinho? Já notou que quando você mais tem pressa ninguém tem pressa de te atender? E o que dizer daquela atendente que vai questionando: Qual é o seu nome? Posso ajudar? Sobre o que seria? A quem devo anunciar? O senhor vai ter que aguardar um momentinho… E lá se vai o momentinho horas à fio.
E quando alguém está na sala de operações, passa enfermeira, passa atendente, passa médico e ninguém nem olha na tua cara. É como se você não existisse. No hospital você chega ao balcão, o atendimento é demorado, nome daqui, documento dali, pergunta de lá, revira documento e a primeira providência? Passe no caixa, pague e aguarde ser atendido…. na fila! Santa azucrinação! Maldita burocracia! Detestável mundo dos importantes!
Paciência não se vende em farmácia. E se vendessem você também teria que entrar na fila e esperar a sua vez para ser atendido. E até pegar a ridícula senha, que resolve o problema dos outros, mas o teu, jamais. E quer saber mais? Espere, com paciência, que um dia você estará sentado do lado de lá, mandando os outros esperarem por você!
Fonte: Blog do Osni Gomes
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