Nomeado vice-chefe do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) após a “faxina” promovida pela presidente Dilma Rousseff, o auditor da Controladoria-Geral da União Tarcísio Gomes de Freitas se diz à frente de uma autarquia falida, sem condições de executar suas principais funções, relata Fábio Fabrini. Espécie de interventor do órgão, ele diz que o Dnit não tem condições de tocar o PAC: “O que fazem com ele é uma covardia”. O auditor concluiu em dezembro um estudo que evidencia a impossibilidade de realizar e fiscalizar as obras do programa na área de transportes, por causa de corrupção e falta de estrutura. Para levar adiante 1.196 contratos, o grosso do PAC, seriam necessários 6.861 funcionários. O Dnit tem hoje 2.695 servidores de carreira. (Estadão)
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