Com equipamentos sofisticados que permitem o garimpo a 2.500 metros de profundidade, o Brasil vive uma nova corrida do ouro, atraindo investimentos de US$ 2,4 bilhões. O salto de 540% no preço do metal na última década viabilizou negócios de gigantes estrangeiras, que dominam o mercado nacional e já exploram o que pode ser chamado de “pré-sal da mineração”. No Centro-Oeste e no Norte, minas até então intocadas tornaram-se economicamente viáveis, assim como outras esgotadas em Minas Gerais e no Nordeste, relata Vivian Oswald. A produção do país, hoje de 62 toneladas anuais, deve dobrar em cinco anos. Só no Rio Grande do Norte, sairá de 60 gramas para seis toneladas. Na mineração, estados produtores ficam com 23% dos royalties pagos pelas empresas, e os municípios, com a maior parte 65%. (O Globo)
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