CGU só investiga ‘bagrinhos’
A Controladoria-Geral da União (CGU) pode meter o bedelho nos gastos com cartões corporativos de ministrinhos como Matilde Ribeiro (Igualdade Racial) ou Orlando Silva (Esporte), mas está proibida de investigar a farra em órgãos da Presidência da República, como Agência Brasileira de Inteligência (Abin), ou nos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores, a pretexto de preservar a “segurança nacional”.
Fonte: Cláudio Humberto
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