O deputado baiano Paulo Magalhães (DEM), sobrinho do senador Antonio Carlos Magalhães é citado no relatório que a Polícia Federal mandou para o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, mostrando indícios do envolvimento dele com a Construtora Gautama, apontado como chefe de um esquema de desvios de verbas e fraudes em licitações públicas.
A Gautama seria uma empresa de fachada que encobria as ações ilícitas de Zuleido Veras. A PF apresenta a degravação de diálogo gravado com autorização judicial onde Magalhães cobrava de Zuleido pagamentos por serviços prestados. Em nota divulgada nos jornais da Bahia, Magalhães nega envolvimento com Zuleido.
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