MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br)
Divulgo de algum tempo para cá um pensamento que me ocorreu diante das medidas do poder contra a liberdade de expressão tomadas para esconder as denúncias sobre a desenfreada corrupção governamental.
Os sigilos de cem anos já não bastam. A gente vê escapar até mesmo nos mercenários órgãos midiáticos insinuações sobre autoridades governamentais, juízes de tribunais superiores, congressistas, militares, clérigos…
Acredito e defendo que sem caricaturas, críticas e paródias, não temos a Democracia alardeada pelos que se intitulam seus “guardiães” que, fingindo defende-la, implantam uma ditadura judicial.
Sustento esta posição sentindo o impulso de fazer críticas, abrindo o leque na realidade vivida no dia-a-dia das compras em farmácias e supermercados, dos exercícios físicos, vendo e ouvindo o noticiário televisivo; e, começando por este último, apontar um jornalismo caricato que distorce a informação para propagandear interesses de quem financie.
É triste reconhecer isto, que não merece apenas críticas, mas a repulsa pelo que fazem abordando na telinha fatos do cotidiano. É o que assistimos, por exemplo, na GNews, com debates que nos levam ao comentário de Dora Kramer: – “Alguém precisa dizer à Globonews que quando a militância entra por uma porta, jornalismo sai pela outra”.
Mesmo nos canais importados de jornalismo, BBC, inglês, e do DM, alemão, registram-se visíveis distorções pelas posições globalistas e wokeístas…. Não posso falar da TV-Japan, por que não entendo japonês nem eles fazem a tradução para o brasilês…
Daqui, sentimos revolta em ver a decadência do jornalismo televisivo (e versões televisuais do jornalismo impresso) apresentando debates ensaiados para defender “A” ou “B”, comprovando o mercenarismo na editoria política das emissoras e, muita vez, dos próprios apresentadores.
É lamentável, por exemplo, o silêncio que fazem sobre os julgamentos do STF por juízes comprometidos com as causas em pauta sem se declarar impedidos e corrompendo assim a imparcialidade nas sentenças.
No jornalismo esportivo também se revelou o balcão de compra e venda de opiniões, na Copa do Mundo, ocorrendo em TODAS (em caixa alta) emissoras que divulgaram os jogos; e que continuam defendendo a FIFA, criticada e ameaçada de rompimento pela UEFA.
Saindo da crítica ao jornalismo na tevê, para fazê-la nos documentários deploráveis exibidos nos History I e II, cujos nomes deveriam ser “Anti-History”, por distorcer a verdadeira História, com a presença constante de Hitler, ao ponto de negar a morte dele, inventando que fugiu para a América do Sul.
O suicídio do Genocida nazista e da sua mulher foi comprovado pelo comando do Exército Vermelho que ocupou Berlim, tendo como base vestígios encontrados no “bunker” e dezenas de testemunhos colhidos.
A ‘Anti-História” faz muito pior; divulga as fantasias da empresa “Eram os Deuses Astronautas” com ficções fantásticas enchendo de fantasias a cabeça dos tolos iludindo-os ilusão de que alienígenas vieram da Constelação de Órion, distante da Terra em aproximadamente 800 e 2.000 anos-luz….
Levando-se em conta que um ano-luz mede, 9.460.730.472.580.800 metros, imagina-se uma ‘tecnologia avançadíssima’ dos Ets que deixaram apenas pedras enfileiradas e garatujas em cavernas, sem deixar nada de avanço científico….
Como acredito que a crítica deve ser negativa e positiva, chego ao Cinema com as duas versões; a negativa, repudiando o uso da propaganda política dos filmes, dois dos quais vindos dos polarizadores eleitorais no Brasil; um, com a louvaminha cretina de “Lula, Filho do Brasil” e outro, no corrompido “Dark Horse” com o perfil enganoso do ex-capitão Jair.
A crítica positiva mostra que há películas políticas sem culto a personalidades, sem exaltar partidos, sem defender ideologias, como assistimos nos clássicos “Nada de Novo no Front” de 1930, pacifista, dirigido por Lewis Milestone; “Tempos Modernos”, de Chaplin, de 1936, crítica à revolução industrial; “Por quem os Sinos Dobram”, de 1943, o drama da guerra civil espanhola, dirigido por Sam Wood; e, “Queimada!”, de 1969, de Gillo Pontecorvo, a impactante denúncia do colonialismo.
… E dos filmes políticos recomendáveis, temos a irrefutável resenha histórica do sistema norte-americano “Forrest Gump – O Contador de Histórias”, de 1994, dirigido por Robert Zemeckis e rendeu o Oscar para Tom Hanks,
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