A “suposição” atende apenas um lado…
A PF alega ter baseado sua investigação na “suposição” de que os diálogos gravados entre funcionários da construtora e intermediários de partidos faziam referências a doações ilegais, notadamente por causa das expressões “por dentro” e “por fora” registradas nas transcrições.
Se for só esse o tipo de indício, é lamentável, mas a PF politizou a operação. Saem cheios de razão aqueles que desde o início denunciaram o “viés” político, apontando como evidência a exclusão do PT da lista dos receptores de doações.
Diz a polícia que PT, PTB e PV ficaram de fora porque as conversas não revelaram sinais suficientes de que esses partidos poderiam ter recebido dinheiro “por fora”. Pois bem, e os outros cujos nomes foram incluídos e divulgados e que comprovaram a legalidade das doações? As referências, ao que se conhece do inquérito, eram também inconsistentes.
DORA KRAMER, jornalista
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