Em privado, Lula diz que não deseja para Dilma o Senado que a má sorte impôs a ele. Fala em “quebrar a espinha da oposição”. Refere-se a líderes como José Agripino Maia (DEM-RN) e Arthur Virgílio (PSDB-AM) com expressões pouco lisonjeiras. Afirma que é preciso “varrer essa gente”. Nas próximas semanas, Lula vai tratar do tema com dirigentes do PT. Deseja converter a sua meta pessoal numa prioridade do partido.
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