Os chamados “atos secretos” – que detonaram o último de uma série de escândalos no Senado – permitiram a nomeação ou a criação de cargos nos gabinetes de pelo menos quatro presidentes da Casa, segundo levantamento feito pelo G1 a partir de dados do relatório da comissão de sindicância que apurou o caso.
Os atos são considerados secretos porque as determinações não foram publicadas nos boletins na ocasião em que começaram a vigorar, mas sim tempos depois.
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