O governo da Baviera, que detém os direitos autorais do ‘Mein Kampf’ (‘Minha Luta’) de Hitler, resolveu liberar a publicação do livro. Como eu, acho que os intelectuais lulo-petistas o leram em edições piratas, e transmitiram suas idéias para a alta hierarquia dos pelegos semi-alfabetizados do partido.
É talvez por isso que se vê a repetição de medidas que o führer do III Reich propôs em 1933, em plena recessão alemã, como a fabricação de um carro popular (“Volks Auto”) para conquistar o povo alemão. Dizia que se o trabalhador possuísse um automóvel deixaria de lado a luta de classes…
Foi dessa maneira que surgiu o Fusca, o primeiro carro da Volkswagen. O PT-governo repete – como caricatura – essa história, facilitando ao brasileiro da classe “C” o seu “carrinho” a custa do endividamento de mais de 30% da renda familiar.
Noutra alucinação de Lula ou, por pura incompetência de Dilma e seus ‘auxiliares’, a área econômica do PT-governo estimula o consumo, em vez de incentivar a produção e aumentar o salário real. É elementar vê-los distante de reverterem a queda da indústria nacional.
As ‘ordenações’ capengas e tateantes da Mãe do PAC afastam-se da meta construtivista, que seria empreender reformas de base, reduzir o custo Brasil, elevar as taxas de poupança e o investimento, e incentivar a Educação.
Irracional, o PT-governo não contém os seus gastos e fica ensaiando medidas de desonerações pontuais e temporárias, o que gera desconfiança e fuga dos investidores estrangeiros.
Dilma prestigia a incompetência administrativa e a acomodação política, em detrimento de seriedade e capacidade técnica. Em vez de corrigir os rumos da desastrada orientação do ministro Guido Mantega, aceita e avaliza essa visão deformada da economia.
Não tem um assessor que lhe diga que isto está complicando a vida das famílias, principalmente as de menor renda, ao contrário do que a propaganda governamental afirma.
Pelo que executa, Mantega parece querer a população endividada, penalizar os trabalhadores em geral; e ver pendurados na tentação dos juros baixos, os servidores públicos, aposentados e pensionistas.
Para quem tem olhos de ver e ouvidos de ouvir, atingimos tempo limite de desgaste do Plano Real. A moeda forte deixou de sê-lo graças à má administração que desmantelou o tripé da sua segurança econômica: a austeridade fiscal, as metas de inflação e o câmbio flutuante.
… E tudo piora, como um pesadelo, encaminhando-se para uma “política econômica eleitoral”, isto é, obediência à tresloucada ideologia dos pelegos, objetivando a implantação de um capitalismo de estado.
É sem dúvida marketing eleitoreiro esvaziar os pátios das montadoras de automóveis dizendo que é para ajudar os pobres, mesmo com o crescente endividamento e a inadimplência batendo recordes…
Por despreparo pessoal, ou submissão à cegueira de Lula da Silva, seu orientador, Dilma não consegue computar o drama europeu, que arrasta o Velho Continente para o colapso orgânico com trágicas consequências para a economia global.
A China já começou, de antes, a se precaver; e os pensadores mundiais indicam a saída para a crise: o aumento real dos salários como incentivo ao mundo do trabalho. E pensando bem, isto será melhor do que as esmolas mascaradas de bolsas populistas.
Estudiosos vêem que está na estagnação do salário básico o fulcro da crise infra-estrutural. Por isso, o aumento real do salário-mínimo representaria o crescimento exponencial da produtividade e o rendimento do capital, reequilibrando o esquema simples do ‘preço-salário-lucro’, deixando para trás os créditos irresponsáveis e a conseqüente inadimplência.
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