Brasileiros unidos em defesa da Amazônia
MIRANDA SÁ, jornalista
E-mail: mirandasa@uol.com.br
Tenho estudado bastante a realidade amazônica, como patriota que sou. Estou preparando um texto sobre as reservas indígenas em terras contínuas e analisando a suspeita atuação de ONGs picaretas que atuam entre os índios, embaralhando e confundindo os problemas para conquistar a simpatia das pastorais católicas.
O apoio da Igreja é mais importante para elas do que qualquer coisa, já que os órgãos de governo são atraídos por espelhinhos e bugigangas e facilmente cooptados.
Duas coisas, porém, precipitaram a minha inclusão explícita entre os apoiadores do general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, comandante do Exército na Amazônia, última esperança que resta em defesa da soberania nacional.
Uma delas está na imprensa: o conflito ocorrido domingo passado em Roraima; e a outra, pouco divulgada, a exoneração do coronel Gélio Fregapani da chefia do Grupo de Trabalho Amazônico (GTAM), da Agência Brasileira de Inteligência/Abin.
Ambas são preocupantes: 1) O fato dos índios terem invadido uma propriedade do arrozeiro e prefeito de Pacaraima, Paulo César Quartiero, na reserva indígena Raposa/Serra do Sol, sendo rechaçados e deixando oito feridos, alguns em estado grave, e, 2) O ato do ministro da Defesa Nelson Jobim, afastando do serviço um dos maiores conhecedores da região, louvado pelos seus relatórios imparciais e conclusivos sobre a política indígena na fronteira norte do Brasil.
As duas motivações são interligadas, pois ocorreram às vésperas do Supremo Tribunal Federal tomar uma decisão sobre o problema. O presidente Gilmar Mendes havia pedido vista das quatro ações que questionam o decreto de demarcação da reserva, a fim de incluir nos autos a sua argumentação, antes de ir a plenário.
Teoria da conspiração à parte, afirmo que nada acontece por acaso naquele território. Nós já perdemos terras para a Inglaterra, incorporadas à Guiana, sob o mesmo pretexto “humanitário” de defender populações indígenas. E nunca é bom esquecer que foi por inspiração inglesa – através de ONGs internacionais – a invenção dos “ianomâmis”, tribo que nunca existiu.
A ação das ONGs entre as tribos amazônicas merece uma reflexão. Não dá para os brasileiros aceitarmos calados que essas entidades estrangeiras – descomprometidas com a nossa nacionalidade e soberania estejam metidas no debate sobre a reserva Raposa Serra do Sol – tendo atuado inclusive na invasão da Fazenda Depósito, onde houve o embate entre invasores e seguranças.
As ONGs, aliás, estão metidas em tudo, exploração de minérios, contrabando de diamantes e minerais raros. As melhores são as que empresariam, exploram e roubam a biodiversidade da floresta, auferindo com isso lucros incalculáveis.
De imediato, esperamos duas providências. A denúncia de quem está inspirando a invasão de propriedades sob proteção judicial; e, uma explicação do ministro Jobim sobre o afastamento do coronel Gélio Fregapani da secção da Abin na Amazônia.
Atrás desses questionamentos há, sem dúvida, alguma ONG picareta e contra isto os brasileiros devem estar unidos em defesa da Amazônia.
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