Além de oferecer propina para ganhar contratos públicos, as quatro empresas denunciadas pelo “Fantástico” na semana passada pretendiam superfaturar os serviços que prestariam. Elas apresentaram preços até 561% mais altos do que os do mercado ao repórter que se passava por gestor de compras de um hospital federal no Rio. Se os contratos tivessem sido realmente assinados com a Locanty, Toesa, Rufolo e Bella Vista, o prejuízo aos cofres públicos seria de R$ 3 milhões em apenas seis meses. A Polícia Federal contratou a Locanty e a Toesa, que ela própria investigava. (O Globo)
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