Em seis meses de governo, os principais compromissos de campanha da presidente Dilma Rousseff para a economia, como a reforma tributária e a redução de impostos que pesam na folha de pagamento das empresas, ficaram só no papel. Além de brigas com aliados e a crise política, as heranças da era Lula, entre elas a inflação alta e o aumento de gastos públicos, acabaram emperrando a agenda econômica de Dilma. O balanço das 14 medidas provisórias do governo no ano mostra que nenhuma tem relação com as suas promessas de campanha para a economia. A Fiesp diz que a expectativa da indústria agora “é declinante”. (O Globo)
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