VARIG/VARILOG
Dilma Rousseff favoreceu comprador da Varig
Funcionários que participaram das negociações do caso Varig relatam a Sônia Filgueiras e Leonencio Nossa que a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, coordenou reuniões sobre o assunto no Palácio do Planalto. A auxiliar de Dilma Rousseff lutou para contornar impasse criado pelo então procurador-geral da Fazenda, Manoel Felipe Brandão. Parecer dele determinava que dívidas de R$ 2 bilhões da Varig fossem herdadas por quem comprasse a empresa.
A Casa Civil alegava que isso tornava o negócio inviável. Dilma chegou a telefonar para dirigentes de órgãos federais. Brandão foi substituído e o parecer, alterado. Em e-mail dirigido a Dilma, o então presidente da Anac, Milton Zuanazzi, se queixava de pressões do governo na venda da empresa; ele alega que o e-mail divulgado foi adulterado.
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