Morre, aos 81, o coreógrafo Ismael Guiser
Personalidade atuante da dança paulistana há mais de 50 anos, o coreógrafo e professor de balé Ismael Guiser morreu ontem, aos 81, em seu apartamento no Itaim Bibi, bairro de São Paulo. Até o fechamento desta edição, a causa da morte não havia sido divulgada. O corpo será velado hoje na Câmara Municipal de São Paulo.
Mesmo com a idade avançada, o argentino Guiser mantinha-se tão ativo quanto sempre foi desde que chegou ao país, em 1953, para ser solista do Ballet do Quarto Centenário.
Nos últimos dias, estava organizando suas memórias para participar, em maio, do projeto Figuras da Dança, da recém-criada São Paulo Companhia de Dança, que o convidou para relembrar seu passado em depoimento público.
Ao mesmo tempo, continuava no comando da academia fundada por ele em 1979 e preparava sua companhia para participar da Virada Cultural. O Ballet Ismael Guiser, fundado por ele em 1978, estará em cena hoje, ao meio-dia, no palco dedicado à dança, no Vale do Anhangabaú.
Guiser começou a dançar somente aos 18 anos, tornando-se solista do Balé de La Plata, em Buenos Aires.
No início dos anos 50, seguiu para a Europa, onde chegou a trabalhar no Teatro La Scala de Milão e a dançar na companhia do francês Roland Petit. O convite para dançar no Brasil veio em 1953, por meio do próprio diretor do Ballet do Quarto Centenário, Aurelio Milloss (1906-1988).
Logo após sua chegada a São Paulo, Guiser começaria a exercitar a sua porção de coreógrafo no Ballet do Museu de Arte de São Paulo, para o qual criou suas primeiras coreografias profissionais. Na mesma época, também começou a dançar na extinta TV Tupi.
No Brasil, coreografou para sua própria companhia e fez trabalhos com linhas neo-clássicas para grupos tão distintos quanto o Balé do Teatro Municipal do Rio e o Cisne Negro (que no mês passado dançou uma obra sua em homenagem à coreógrafa Ivonice Satie).
Fonte: Folha Online
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