DENGUE NO RIO
Ação objetiva das três esferas de governo
A explosão no número de casos de dengue e as 49 mortes pela epidemia no Estado – 31 delas na capital – desde o início do ano finalmente convenceram, as autoridades a agirem juntas. Ontem, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, inaugurou o gabinete de crise no Rio com o anúncio de medidas que já deveriam ter sido implementadas no ano passado, quando a doença começou a se espalhar. A lista inclui a contratação emergencial de 661 profissionais de saúde e 300 agentes, a abertura de três barracas com 80 pontos de hidratação cada uma, além de mais de 119 leitos em hospitais gerais – sendo que 32 de UTI – e a criação de um cartão-dengue, pelo qual o paciente poderá ser acompanhado por qualquer médico. Enquanto isso, o número de doentes na cidade chegou a 24.772.
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