OPINIÃO
O sapo não é príncipe
O MST e suas variações campesinas não têm hoje nem de longe a importância que já tiveram quando eram vistos como a encarnação do bem na luta dos desvalidos por justiça social. Impunham medo ao poder público, que não queria ser o algoz dos oprimidos. Faziam sucesso nas pesquisas de opinião, eram convidados de honra nos ambientes bem pensantes, chegaram mesmo a exercer certa influência no cenário político.
Chegou-se a cogitar que fundariam um partido, ao molde da trajetória do movimento sindical renascentista que resultou no PT. Com o passar do tempo, o recrudescimento das ações meramente ilegais e a desconexão destas com qualquer coisa parecida com reforma agrária – cujo sentido de anacronismo também foi se tornando óbvio -, o movimento perdeu o encanto revolucionário, passou a ser visto como um ajuntamento de malfeitores.
Dora Kramer, dora.kramer@grupoestado.com.br
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