Dick Farney (1921-1987) Estudou piano clássico e canto com os pais e começou a se apresentar em programas de rádio interpretando repertório erudito de piano. Em 1937 estreou como cantor e mais tarde transferiu-se para a Rádio Mayrink Veiga, onde teve seu próprio programa, Dick Farney, sua Voz e seu Piano. Tocou em orquestras de jazz e música popular, se apresentando inclusive no Cassino da Urca.
Especializou-se no repertório norte-americano até lançar o grande sucesso “Copacabana” (J. de Barro/ A. Ribeiro) em 1946, com arranjo camerístico de Radamés Gnattali, que seria considerado precursor da bossa nova. Ainda nos anos 40 esteve nos Estados Unidos onde se apresentou com Nat King Cole, Davis Brubeck e Bill Evans, e passou mais de um ano. Foi o primeiro a gravar o standard americano “Tenderly” (Walter Gross).
Voltou ao Brasil consagrado pelas gravações que a Continental lançara quando estava nos EUA, como “Marina” (Caymmi). Nos anos 50 envolveu-se com o movimento de bossa nova, interpretando alguns clássicos como “Tereza da Praia” (Jobim/ B. Blanco), em dupla com Lúcio Alves. Participou também da primeira gravação da “Sinfonia do Rio de Janeiro”, de autoria da mesma dupla, em 1954.
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