OPINIÃO
Neste julho, graças ao choque cultural provocado pela lei seca, primeiro, e pelo barulho armado em torno da Operação Satiagraha, depois, fazia tempo que não se topava por aqui com uma discussão a quente sobre duas coisas sem as quais a sociedade democrática vira uma terceira, desfigurada. Direitos individuais, de um lado. Interesse público, de outro. De um lado e de outro não porque se oponham necessariamente, mas porque são duas metades de uma engrenagem feitas para funcionar em permanente tensão.
Luiz Weis, jornalista
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