RIO POLUÍDO
‘Pen drive’ do bicho aponta R$ 35 milhões em propinas
Um relatório da Polícia Federal com base na análise da contabilidade encontrada num pen drive com o contraventor Rogério Andrade, preso em 2006, mostra o pagamento de propinas e mesadas num total de R$ 35,4 milhões, entre 2003 e 2006. O documento aponta que pessoas do alto escalão do governo do estado teriam sido beneficiadas no esquema.
Uma mulher, com o codinome Madame, recebeu R$ 10,2 milhões. Segundo relatório da PF, seria uma “possível referência à ex-governadora Rosinha Garotinho”. Há suspeitas de que os codinomes Príncipe e Cardeal, usados na lista, seriam do ex-governador Anthony Garotinho e do ex-chefe da polícia e deputado Álvaro Lins.
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