Após ser salvo da pressão de Lula para mudar o comando da Vale, o presidente da empresa, Roger Agnelli, agora tem pela frente nova batalha. Os ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento preparam a criação de um imposto sobre as exportações brasileiras de minérios, com alíquota de até 5%.
O Bradesco, acionista que indicou Roger Agnelli à presidência da Vale, estaria disposto a sacrificar duas das cinco diretorias da empresa para dar resposta à insatisfação do governo com o executivo.
O empresário Eike Batista disse ter desistido, “no momento”, de comprar participação na Vale, a segunda maior empresa brasileira. O recuo decorre em parte da repercussão negativa – e, segundo Eike, injusta – de entrevistas nas quais fez coro ao governo ao criticar a gestão de Roger Agnelli na mineradora.
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